A maioria das incorporadoras ainda enxerga a venda do imóvel como o ponto final da jornada com o cliente. Uma transação única, com receita previsível e margem apertada.
Mas à medida que novos modelos de negócios ganham espaço — com mais serviços, dados e tecnologia — começa a ficar claro que o comprador pode ser muito mais do que uma venda isolada. Ele é, na prática, um ativo de longo prazo.




