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Os Fundamentos do Multifamily no Brasil

O que falta para o Brasil se tornar um mercado maduro, e os sinais de que já estamos no caminho

Bruno Loreto
Bruno Loreto
CEO & Cofundador, Terracotta Ventures
5 de nov. de 20252 min de leitura

Nos Estados Unidos, o multifamily é um ativo maduro, com liquidez, eficiência operacional e peso relevante dentro da carteira dos grandes investidores institucionais. 

No Brasil, ele ainda é uma tese em construção – mas os blocos estão sendo colocados, com velocidade crescente.

A tese aqui é clara: o multifamily no Brasil está deixando de ser uma aspiração para se tornar uma classe de ativos com fundamentos estruturais reais – ancorada em produto, capital e operação.

Na edição de hoje:

  • 🏡 Multifamily no Brasil: de aspiração a uma classe de ativos real.

  • 📊 Por que a lógica econômica do multifamily é o oposto da incorporação?

  • 📈 As 5 métricas que definem o sucesso (e o VGV não é uma delas).

  • 🚧 O "gap" que ainda separa o mercado brasileiro do americano.

  • 💰 Os sinais de que o capital institucional finalmente chegou ao multifamily.

  • 🔑 O verdadeiro jogo do multifamily: construir para manter, não para vender.

O multifamily como classe de ativo

Nos EUA, o multifamily já representa US$ 3,8 trilhões em valor de ativos, superando office, logística, varejo e hotelaria. Em 2024, devem ser entregues 608 mil unidades, e o segmento movimenta US$ 146 bilhões em receitas anuais.

Trata-se de uma categoria de baixo risco, altamente líquida e com players especializados em todas as pontas: REITs, bancos, gestores, seguradoras, operadores full-stack e fundos de pensão. Um ecossistema completo.

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